sábado, setembro 11, 2010

EU APOIO BLOG SUJO

Zé Serra, eu apoio blog sujo, blogs que falam das armações da privatização, que falam do entreguismo que a aliança psdb/dem impôs ao Brasil. Eu apoio blog sujo que alardeia aos 4 cantos a armação conservadora de direita que quer implantar novamente o neoliberalismo nesse país.
Eu apoio:
http://www.viomundo.com.br/- blog do Azenha
http://www.advivo.com.br/luisnassif - Luis Nassif
http://www.conversaafiada.com.br/ - Paulo Henrique Amorim
http://cloacanews.blogspot.com/
http://altamiroborges.blogspot.com/
http://www.baraodeitarare.org.br/
http://idelberavelar.com/

sexta-feira, setembro 10, 2010





Do blog Amigos do presidente Lula

Acordo com FMI comprova plano de privatização do BB, CEF, Furnas e PetrobraX pela turma do Serra

Na nota abaixo, mostra que o Presidente Lula disse sobre a turma do Serra e Alckmin, no comício em Ribeirão Preto:

"Queriam vender a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal! Quando nós chegamos, estava tudo endividado"

Antes que os demo-tucanos venham querer negar, a Helena já mostrou as reportagens da época da privataria, no governo FHC, comprovando os planos de privatizar estas empresas que sobraram.

Além das reportagens, ainda há como prova o documento "Memorando de Política Econômica" de 08.03.1999, apresentado ao FMI pelo governo de FHC e Serra, comprovando com um documento oficial o plano de privatização parcial do BB, CEF, Petrobras, e privatização integral de Furnas
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

sexta-feira, setembro 03, 2010

Assim não! Querem ferrar o Serra!










Ao longo do dia, de diferentes áreas do governo e da economia, outros vazamentos sacudiriam a combalida higidez da candidatura José Serra, a saber:
a] BC interrompe alta dos juros;
b] carga tributária declina;
c] vendas recordes de automóveis em agosto;
d] massa salarial tem aumento real de 32,7% entre 2004 e 2010;
e] classes C e D já superam a classe B em poder de consumo;
f] setor industrial investe R$ 549 bilhões até 2013;
g] definida a capitalização da Petrobras: fatia estatal da empresa deve saltar de 29% para 42% e garantir –à revelia do condomínio midiáticotucano– a soberania brasileira no pré-sal;
h] infraestrutura teve R$ 199 bilhões em investimentos entre 2005 e 2008; terá mais R$ 310 bilhões entre 2010-2013;
i] Brasil realiza os três maiores investimentos em geração de energia elétrica do planeta – Jirau e Santo Antônio e Belo Monte;
j] otimismo dos brasileiros atinge o maior nível em 9 anos…Ufa chega se não vai o abecedário todo!
Visivelmente abalado, no final do dia, o candidato tucano retomaria seu discurso contra as Farcs, contra Moráles, o narcotráfico, o PT…(Carta Maior e a insuportável peneira de vazamentos pró-Dilma; 02-09)
extraído do blog do azenha - http://www.viomundo.com.br/

quinta-feira, setembro 02, 2010

Sou LULA, Voto DILMA - O Brasil Decente

Acredito que está na hora de mostrar quem é Serra, o que Serra representa.

Nessa luta pela presidência está, na verdade, embutida a luta entre aqueles que desejam um Brasil com um povo digno, com direito a saúde, educação, alimentação, com o direito a felicidade, com uma política de inclusão social cada vez mais acelerada, com cada vez mais igualdade! D

Do outro lado as forças conservadoras de extrema direita que pretendem manter acima de tudo seus privilégios às custas do povo, manter seu sentimento hipócrita de superioridade, de arrogância. São as forças reacionárias que venderam, vendem e venderão o Brasil sempre, são os colonizados neoliberais. Acreditam que por serem intelectualizados são superiores, por usarem roupas e carros de grife são superiores e devem comandar sempre e submeter o povo as suas alucinações megalomaníacas!

Chega, basta desse brazil pequeno, queremos o nosso Brasil, o Brasil Nordestino, o Brasil Paulista, Mineiro, Goiano, Carioca, Gaucho, Amazonense, queremos um Brasil unido, um Brasil de respeito de dignidade e de oportunidade para todos.

Serra é aquele que negocia com os grevistas de uma única forma, com a violência da sua polícia. Que se pronunciem os professores!

Serra é aquele que colocou em risco o estado quando jogou policiais civis contra militares.

Serra é aquele do desastre do metrô e do rodoanel

Serra é aquele envolvido no dossiê da Rosana Sarney, é aquele que vê oponentes como inimigos que devem ser destruídos.

Serra é passado, Serra é ultrapassado, Serra é atraso

Chega dessa hipocrisia!

É obrigação de todos nós, pessoas progressistas, que desejam esse novo Brasil, de uma vez por todas sepultar as forças do obscurantismo demo tucano, é nossa hora de se engajar definitivamente nessas eleições e fazer parte de um Brasil descente, um Brasil pra toda gente!

Viva o Povo Brasileiro, Viva o Brasil!

terça-feira, agosto 31, 2010

Delfim Neto - Lula a ousadia

http://www.cartacapital.com.br/politica/a-ousadia-de-lula

A ousadia de Lula --- Delfim Netto

Diante de uma crise que afetou a confiança, o presidente soube evitar que os empresários jogassem na retranca e salvou empregos no País

Uma das grandes diferenças que marcaram as tentativas de recuperação econômica do Brasil em relação ao resto do mundo durante a crise de 2008/2009 foi a sustentação do emprego. A rede de proteção que se estabeleceu com a exoneração tributária para que as empresas pudessem continuar trabalhando resultou na manutenção dos empregos e dos níveis de consumo.

Foi a recuperação da confiança no funcionamento da economia que permitiu o forte crescimento do PIB já no primeiro trimestre de 2010, acompanhado de um persistente aumento

do nível de emprego. Isso não aconteceu em nenhum país. Nem nos EUA nem na Europa, talvez com uma única exceção na Alemanha.

O fator confiança é fundamental para dar maior tranquilidade à economia, porque, quando o trabalhador não sente medo de perder o emprego, ele fica um pouco mais ousado nos seus hábitos de consumo. A expansão do consumo, como está acontecendo no Brasil, é fundamental para restabelecer o dinamismo do circuito econômico.

A característica principal das crises econômicas, especialmente quando derrubam rapidamente os mercados financeiros, é a falta de confiança que toma conta das pessoas. A primeira vítima é sempre o emprego. Na atual crise, 30 milhões de postos de trabalho ao redor do mundo deixaram de existir, a economia mundial entrou em recessão e o consumo desabou, porque: 1. Como você não confia em mim, eu não confio em você. 2. Logo, quando recebo o salário, compro menos do que preciso e guardo um restinho, com medo de perder o emprego. Mas, ao não gastar um pedaço do salário, eu deixo de dar emprego para alguém que estaria produzindo o bem que eu compraria, mas não comprei. Recebi o salário na fábrica de tratores; vou comprar feijão, arroz, roupas. Se eu deixar de comprar roupas, o produtor de algodão, do fio, o fabricante do tecido e os que vendem a roupa recebem menos recursos.

Todos passam a ter atitudes mais cautelosas em relação ao consumo, ou seja, o medo se estabelece no nosso meio. Perdemos a confiança uns nos outros. A crise é essa coisa simples que muitos países ainda não levaram em conta desde o começo da tragédia.

O Brasil enfrentou a crise, a economia resistiu ao tranco e se recuperou por uma ousadia do presidente Lula. Naqueles momentos de grande constrangimento, quando todo mundo só pensava em se proteger, em guardar, em ficar líquido, o trabalhador evitando gastar, o empresário adiando investimentos, o banqueiro sem emprestar, ele veio e disse: “Não, nada disso, vamos tocar para frente que a coisa vai funcionar. Se você, por medo de perder o emprego, deixar de comprar, aí, sim, você vai ficar desempregado”.

A aceitação dessa forma de comportamento restabeleceu o circuito econômico: eu pago você, que paga ao Joaquim, que empresta ao José, que me paga… e, assim, esse circuito foi retomando a atividade. É por isso que a engrenagem da economia brasileira não deixou de funcionar, quando quase todo mundo derrapava e ainda luta para reencontrar a trilha.

Em termos bastante simples, foi o que aconteceu no Brasil, melhor do que aconteceu no restante do mundo. Restabeleceu-se a confiança entre os brasileiros muito mais rapidamente do que nos demais países e esse, inegavelmente, foi o fator decisivo. Hoje podemos comparar os resultados e dizer que demos um belo tombo nos analistas e especuladores que apostaram pesado contra a estratégia brasileira.

Não adianta tentar esconder que, aqui, o fator catalítico foi a ousadia do presidente Lula. Diante do assédio externo, ele se apoiou naquele mandamento do esporte predileto dos brasileiros, segundo o qual, a melhor defesa é o ataque, para neutralizar o desafio da onda corrosiva que invadira os mercados financeiros, fechando empresas e consumindo empregos.

Antes que os empresários passassem a jogar na retranca, ele mobilizou as equipes dos ministérios econômicos para desengavetar rapidamente a cenoura do diferimento de impostos, oferecendo-a como contrapartida da garantia da manutenção dos empregos. E não hesitou em endurecer o jogo nas poucas ocasiões em que o governo não encontrou a receptividade esperada.

Lula arriscou todo o seu capital de popularidade com uma mensagem direta, sem rodeios, acolhida rapidamente pelos trabalhadores, empresários e pela população em geral. Venceu a descrença inicial, atropelou a oposição de comentaristas e analistas econômicos que acreditaram na virada de jogo contra o Brasil, mas perderam o fôlego ante a subida espetacular dos índices de aceitação de seu governo.

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